quinta-feira, 13 de outubro de 2016

PEDRA D'MIM CENTRO ECOLÓGICO

 Um feriado de Nossa Senhora Aparecida que vira Dia das Crianças: tudo na vida guarda dois lados, principalmente, os interesses comerciais. Mas, ontem, alguns pais com seus filhos deram um ressignificado à data.
 Munidos de mochilas de piquenique foram até o vilarejo de Tamanduá, em Marques de Souza:
quem já foi criança sabe que essa é a melhor época de jogar pedra na àgua!
 Quem já foi criança sabe que a floresta é território do sagrado, da aventura...
 Crianças de três anos, crianças de mais de 60....
Todos com bastões na trilha.
 Nada é mais super-homem do que ter ele  lado a lado...
 Nada é mais emocionante do que a liberdade de aventurar...
 ... sabendo com quem pode contar,
...com quem pode dividir!
                               É tempo de passarinho, de esquilo, de aranhas nos ninho!
 Depois da caminhada, de molhar os pés nas aguas da cascata, de pisar na lama, nada melhor que a hora de piquenipicar...

 ... de compartilhar pastel, maçã, sanduíches, bolachinhas, suco...
 Por fim, a egrégora com  Marta e a recompensa: 

 A partir desse dia todos pequenos passam a ser os guardiões da Natureza!

 Momento de emoção e alegria: a importância do reconhecimento.

 Pra levar para a vida! Pra nunca esquecer!

A Natureza agradece e retribui.

Quer participar?
 https://www.facebook.com/pedradmim/?fref=ts

terça-feira, 20 de setembro de 2016

PASSEIOS NA COLÔNIA: RIO PEQUENO-RIO PARDINHO




O exitoso “Passeios na Colônia” 
iniciou em novembro de 2011 
e hoje chegou à sua 71ª edição!



Ninguém fez mais pelo turismo na região do Vale do Taquari do que o jornalista Alício de Assunção, marido da Marla e pai de Rodrigo e Lívia.  Participei do primeiro passeio, em Tamanduá, charmosinho distrito de Marques de Souza.


A perseverança e a convicção de Alício  pode ser contabilizada: 
mais de 10.500 pessoas passaram pelas estradinhas e terras particulares no interior da região e até fora desta.  

 Foram percorridos mais de 1.500 km, 
envolvendo 26 cidades, 



que receberam mais de 800 mudas de arvores 
plantadas pelos caminhantes. 



A cada edição, uma média de 10 km a 12 km são percorridos.
Mas, Alicio já organiza caminhadas de longo trajeto, 
de 40 a 50 km, atraindo pessoas até de outros estados.

A percepção de Alício sobre as mudanças desde o início dos “Passeios na Colônia” para hoje?
(Linha Verão...) 



“No início a proposta era somente caminhar.”

 ( Igreja Evangélica de Confissão Luterana no Brasil)


"Hoje, além de caminhar por paisagens bonitas,
as pessoas conhecem a cultura,





... a gastronomia de cada local."
 

(Dona Janir Schulz conta que viveu durante20 anos em Brasília. Há três voltou para Rio Pequeno
em busca de suas origens e tranquilidade.)

 "E as comunidades se integram aos caminhantes e vice versa,




sem contar o benefício da geração de renda,




pela venda de produtos artesanais e coloniais



e dos cafés e almoços, incluídos na caminhada.”



“Também observo que as pessoas buscam e encontram nas caminhadas uma paz interior, que não encontram no dia-a-dia."

"E outra coisa: quem vem de mais longe, como Porto Alegre, Gramado, São Paulo, Paraná, são pessoas que já caminharam em outras partes do mundo, mas não conheciam a região."

"Desde o ano passado elas tem retornado para cá, pelo menos a cada dois meses. Isso comprova o potencial do vale e do nosso projeto.”



É difícil escolher a caminhada mais bonita nesses cinco anos.


Cada um tem a sua, registrada em inúmeras fotografias, 

e até mesmo por mesmo por motivos afetivos, a preferida. 

Pressionado, Alício lembra três passeios dos mais bacanas: “Canhada Funda em Pouso Novo (ver aqui:http://cibercolonia.blogspot.com.br/2015/03/marques-travesseiro-boa-vista-do-fao.html) , Linha Quarta em Anta Gorda e a de Muçum a Santa Tereza, no Vale dos Vinhedos.”

Concordo. Mas, em nenhuma delas a "benção" foi tão carismática.
 O importante é seguir  o caminho ...
com olhos curiosos, sensíveis
e de alma aberta.

Cada um tem o seu motivo para participar de uma caminhada na colônia: encontro com a natureza, 



intenção gastronômica sempre tão farta, 


conferir os estilo arquitetônico das casas e prédios que ainda resistem as ambições do Tempo.


Adoro a simplicidade dos recantos,
 adoro um dedo de prosa com os moradores,
e de caminhar pelas inúmeras pinguelas  que ligam as comunidades.

Nesse prédio de 1935, descubro um "Bailante". E já me vejo voltando para o próximo kerb... Espero que liguem, avisando.

E assim terminou o feriado: cheio de promessas! Graças ao dia ensolarado e graças ao Alício!